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"Stand Up! The Old School Era Still Remais."

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Phantom 2040 - [1995 - Hearst,Viacom]

Phantom 2040 é um side scrolling para Mega Drive, Game Gear e Snes baseado na animação de mesmo nome, protagonizada pelo super-herói de roupa roxa que (supostamente) nunca morre.
Se você for um gamer que prefere apenas jogos de plataforma que vão da esquerda para a direita, ficará extremamente decepcionado: Phantom 2040 também traz consigo elementos de exploração, e raramente um cenário tem apenas uma única saída. Dependendo dos caminhos que o jogador tomar, o capítulo em que se está e a missão do mesmo muda completamente, alterando o clímax de toda a história. Essa peculiaridade pouco explorada em jogos da época (Ecco The Dolphin e Demon's Crest vieram à mente) faz com que Phantom 2040 tenha mais de 20 (!) finais disponíveis.
O jogo também é divertido pela quantidade de armas disponíveis e itens secretos que aumentam o poder do protagonista, mas isso somente se o jogador for inteligente suficiente para encontrá-los, ou caso contrário acabará apenas com a pistola comum.
Phantom 2040 não é tão famoso, mas isso não quer dizer que não seja um excelente jogo de ação e exploração, com gráficos e músicas acima da média. Se você gosta do Fantasma, ou apenas de um sólido jogo com as qualidades já citadas, vale a pena jogar.
E eu, por enquanto, vou tentar fazer um final diferente dos que os que eu já vi...



1995 - Phantom 2040


1995 - Phantom 2040


1995 - Phantom 2040


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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Gamegrafia: Side Pocket [1986-1998]

Eu sou um jogador.
Por mais redundante que essa afirmação pareça ser quando me descrevo, não são apenas video-games que fazem de mim um "player" de forma geral.
Com a óbvia exceção do simplório e carnavalesco Futebol, tenho consideração maior ou menor por todos os esportes mesmo não sendo um entusiasta, não acompanhando sequer os noticiários do gênero.
Ironicamente, os menos populares nessa república bolivariana decadente são os que eu mais gosto, como o bilhar. E, se não fosse pelos vários e vários dias nublados jogando Side Pocket no Mega Drive, eu jamais teria sequer conhecimento das regras e muito menos afinidade com o esporte.
Side Pocket é uma série de jogos de bilhar produzida pela Data East inicialmente para arcades, e em seguida para consoles domésticos.
Em comparação com o único jogo de bilhar conhecido por mim até aquele momento (O Lunar Ball do NES), Side Pocket me impressionou de verdade. Não somente pelo jogo em si, mas pela atmosfera de "cassino" que o jogo proporciona.
Quanto a jogabilidade, Side Pocket não tem segredo algum e qualquer iniciante que nunca teve contato com bilhar consegue se sair bem, desde que saiba usar as leis da física a seu favor, assim como um jogo de bilhar real.
O Side Pocket original teve duas sequências. A primeira, lançada exclusivamente para Sega Saturn, o jogador entra na pele do próprio falador (e ocasionalmente jogador) Minessota Fats, e a segunda vem com um modo história e gráficos totalmente 3D, com as regras mais populares do bilhar como 8 Ball e 9Ball.
Infelizmente Side Pocket acabou sendo praticamente esquecido, mas é sem dúvida um dos melhores e mais divertidos jogos de bilhar que existe, e me fez e ainda faz eu passar horas e horas jogando bilhar de qualidade sem precisar ir no boteco da esquina.


1986 - Side Pocket


1987 - Side Pocket


1990 - Side Pocket


1992 - Side Pocket


1994 - Side Pocket


1994 - Side Pocket


1995 - Side Pocket 2: Densetsu No Hustler


1997 - Side Pocket 3


1998 - Side Pocket 3


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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Gamegrafia: R-Type [1987-2010]

A segunda metade dos anos 80 definiu muitos estilos que são consagrados até os dias de hoje, tanto nos arcades quanto nos consoles domésticos. E ao contrário do que acontece agora, os Arcades é que eram a referência mestre para o que se definia como video-games, e as empresas investiam pesado em desenvolvimento de novos hardwares capazes de reproduzir de forma mais fiel possível os jogos de rua no conforto de casa. Quando o primeiro R-Type foi lançado, catalisou completamente a evolução dos video-games, tal qual a conhecemos.
Jamais pense em R-Type como apenas mais um Shoot Em' Up que eu posto nesse blog, pois ignorará toda a influência que essa série se tornou para outros shooters subsequentes. O primeiro jogo, produzido pela Irem e lançado primeiramente nos Arcades em 1987 é absurdamente incrível em todos os sentidos: Jogabilidade peculiar, gráficos impecáveis, detalhados e bem coloridos e dificuldade insana. O grande diferencial desse jogo, além do famoso power up que você pode arremessar nos inimigos tanto pela dianteira quanto pela traseira da nave, são os cenários alienígenas e orgânicos visivelmente baseados na franquia Alien, sendo embutidos a máquinas e tecnologia causando certo grau de desconforto psicológico. Algo até aquele momento nunca antes explorado a fundo nos video-games.
R-Type logo ganhou versões domésticas, se tornando um clássico também dos consoles e computadores da época e garantindo diversas sequências ao longo dos anos expandindo o universo da franquia (inclusive ganhando em 2007 e 2010 dois jogos de estratégia, mudando quase que completamente o estilo da série).
Assim, R-Type merece ser lembrado não como um Shoot Em' Up qualquer, mas como uma das séries que ajudou a solidificar um dos maiores estilos de jogos todos os tempos.


1987 - R-Type


1988 - R-Type


1988 - R-Type


1988 - R-Type


1988 - R-Type Part-1


1988 - R-Type Part-2


1989 - R-Type


1989 - R-Type


1989 - R-Type


1989 - R-Type II


1991 - Armed Police Unit Gallop


1991 - R-Type


1991 - R-Type Complete CD


1991 - Super R-Type


1992 - R-Type II


1992 - R-Type Leo


1993 - R-Type III - The Third Lightning


1998 - R-Types


1998 - R-Type Delta


1999 - R-Type DX


2003 - R-Type Final


2004 - R-Type III - The Third Lightning


2007 - R-Type Tatics


2010 - R-Type Tatics II


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sábado, 28 de novembro de 2015

Batman: Return Of The Joker - [1991,1992 - Sunsoft]

Um ano antes do segundo filme do Batman ser lançado e outras empresas como a Sega e a Konami se tornarem responsáveis pelos jogos do cavaleiro das trevas, a incrível Sunsoft decidiu fazer uma sequência para seu primeiro jogo do homem morcego, baseado no filme de 1989. E, apesar do primeiro ainda ser um jogo inesquecível tanto pelos belos gráficos, música e dificuldade, a sequência também merece atenção.
Batman: Return Of The Joker (Dynamite Batman no japão), ao contrário do primeiro Batman desenvolvido pela SunSoft para NES, não é baseado em filmes, e pelo que eu saiba em nenhum arco de histórias da DC, mas a premissa é bem familiar: O maior vilão do universo DC retorna dos mortos e cabe ao homem-morcego detê-lo.
O que mais impressiona nesse game sem dúvida são os gráficos, que levam o hardware do NES ao limite. A Sunsoft conseguiu detalhar e aprimorar ainda mais os gráficos comparados ao primeiro game, a ponto de parecer um jogo antigo de Mega Drive, e não de NES. Tanto que o principal marketing do game na época era "looks at hot as 16-bit!", e eles estavam certos.
Também, a música é outro fator de destaque. Melodias incrivelmente bem compostas e profundas, dificilmente saindo da cabeça após algumas rodadas. Um fator interessante é que assim como outros jogos da Sunsoft na época, a capacidade DPCM do NES é usada como um baixo, e não percussão. Esse pequeno truque, chamado mais tarde de "Sunsoft Bass" dá um som único e bem caracterísco às músicas compostas para jogos em 8 bit.
Mas, apesar de todos esses fatores, foi mesmo a jogabilidade que me chamou a atenção. O Batman nesse jogo não dá um soco sequer. Ele vem equipado com uma espécie de arma em seu pulso e unicamente com essa arma que ele ataca os inimigos. Graças a um pequeno item com uma letra, podemos escolher entre 4 tiros diferentes, similar á série Contra. E mais: Em duas fases o jogo muda totalmente, se transformando em um Shoot Em' Up onde você continua atirando nos inimigos, cujo destaco mais uma vez os gráficos em parallax.



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Remake
 
Um ano depois um remake do game foi lançado para Mega Drive (com o nome levemente alterado para Revenge ou invés de Return), destruindo a empolgação de muitos que gostariam de vê-lo em genuínos 16 Bit. A conversão porcamente feita, mantém a estrutura das fases, jogabilidade e os mesmos arranjos musicais, mas é praticamente outro jogo. Conseguiram deixar o sprite do Batman incrivelmente tosco, e os gráficos, que apesar de mais profundidade graças aos 16 bit, é muito inferior ao de NES. Infelizmente, foi essa versão que joguei primeiro, e que fez eu evitar de conhecer a de NES, durante certo tempo.



Uma versão de SNES também estava em desenvolvimento mas felizmente nunca viu a luz do dia. E jogando a rom beta  dá para entender a razão do jogo não ter sido lançado: É simplesmente MUITO ruim.

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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Gamegrafia: Gargoyle's Quest [1990-1994]

Enquanto ainda estou de férias e , por incrível que pareça, conseguindo administrar o meu tempo livre entre Lastfm, minha história de ficção (Em breve...) e alguns jogos que marcaram a minha vida, veio em mente uma série totalmente injustiçada e que poucos gostam e conhecem: Gargoyle's Quest.
Na verdade, a série Gargoyle's Quest é um spin-off de outra famosa série da Capcom: Ghouls n' Ghosts, ou Makaimura, e nos apresenta o Herói (ou vilão) Firebrand e sua busca por poder.
Provavelmente o jogo mais conhecido da série é Demon's Crest do Snes. Um jogo sombrio, obscuro e exageradamente desafiador onde a inteligência e a curiosidade do jogador é o fator principal para determinar o desfecho do game. Quanto mais se explora e encontra os itens que o deixam mais forte, mais é possível chegar a novas áreas e telas inacessíveis anteriormente, algo similar com a série Rockman X.
Assim, Gargoyle's Quest mesmo sendo um spin-off da série Makaimura, é tão interessante e inspirada quanto. O vilão vermelho realmente merecia uma série somente para ele.



1990 - Gargoyle's Quest
(Red Arremer: Makaimura Gaiden)


1992 - Gargoyle's Quest II
(Red Arremer II)


1993 - Makaimura Gaiden: The Demon Darkness


1994 - Demon's Quest
(Demon's Blazon: Makaimura Monshou Hen)


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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Gamegrafia : Donkey Kong Country[1994 - 2005]

Blog do Winys Apresentando a Trilogia original do SNES:

Quando a RARE ainda se importava em fazer jogos realmente decentes na década de 90, um de seus maiores trunfos foi reviver a série da Nintendo 'Donkey Kong'. A trilogia Donkey Kong Country, lançada exclusivamente para SNES e mais tarde ports para GBA, foi uma revolução ao jogos de plataforma habituais, pelos gráficos pré-renderizados lindos de verdade (Façanha que só a RARE fazia naquele momento), divisão do jogo pelo sistema de "mundos" e telas menores dentro deles, e as famosas (por bem ou por mal) fases bônus, que a medida o jogador ia avançando, ficavam cada vez mais difíceis e insanos de encontrar, sendo crucial para ganhar a porcentagem máxima no game. O sucesso da série foi tão grande, que os três jogos estão na lista dos mais vendidos do SNES (Estão porque os jogos são BONS mesmo, não é como GTA ou algo assim que vende porque é modinha), sendo o primeiro em 2° lugar, o segundo em 6°, e o terceiro em 12°.
           No primeiro game, o jogador assume o papel de Donkey Kong, e Diddy Kong (Personagem novo, criado pela RARE para acompanhar o protagonista; Sobrinho do Donkey), que saem em uma jornada para recuperar o suprimento de bananas roubado pelo Rei K.Roll. No segundo Game, agora com um tom mais obscuro que o antecessor, com temas como pirataria e fantasmas, é protagonizado por Diddy e sua namorada Dixie Kong. Nesse segundo game, Donkey foi sequestrado e cabe aos dois tentar encontrá-lo. No terceiro e último game do SNES, Dixie e Kiddy Kong o protagonizam, e agora ambos os heróis do primeiro game foram sequestrados por um cientista maluco, que, se você jogou algum dos dois primeiros games vai reconhecê-lo instantaneamente.
          Um dos fatores que também chama a atenção em todos os três games é a trilha sonora; Todas as telas tem músicas cativantes e bem 'ambientes', que remetem muito a fase em questão. Por exemplo, quando se está em um pântano, é possível ouvir os sons dos insetos, e em uma fábrica, é possível ouvir as engrenagens e metais batendo, dando mais profundidade e aumentando a atmosfera da tela, sendo esse fator quase não explorado em games na época.
Assim, com todos os elementos que fazem um jogo inesquecível, tenho um carinho muito especial pela trilogia do SNES, que me proporcionou muitas horas de diversão, e muitas horas de raiva também, pois demorei muito a conseguir passar a última fase do Lost World (Sim, aquela que faz homenagem a todos os animais encontrados no game). Infernal Demais!


1994 - Donkey Kong Country


1995 - Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest


1996 - Donkey Kong Country 3: Dixie Kong's Double Trouble!


2003 - Donkey Kong Country


2004 - Donkey Kong Country 2


2005 - Donkey Kong Country 3



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